12/01/09 – 12:00h Partido Republicano é contra o aborto
Nos Eua, Partido Republicano é contra o aborto. Já os Democratas defendem a prática para o mundo todo.
Fonte: Austin Ruse
WASHINGTON, DC) As plataformas dos dois principais partidos americanas mostram uma gritante diferença na maneira como cada candidato presidencial iria abordar as questões das Nações Unidas (ONU). A plataforma republicana rejeita explicitamente vários tratados das Nações Unidas, enquanto a plataforma
Democrática deixa claro o seu apoio à agenda de um mais amplo acesso ao aborto e um fortalecimento do sistema das Nações Unidas de fazer cumprir direitos aborto.
A plataforma republicana rejeita por nome dois tratados da ONU que têm sido utilizados pelos Comitês das Nações Unidas, agências da ONU e organizações não-governamentais (ONGs) para promover o aborto - a Convenção da ONU sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Contra as Mulheres (CEDAW), bem como a Convenção da ONU sobre os Direitos da Criança - e apóia a continuação da Redução grupos Ultramarinos que promover ou realizar abortos.
Especificamente a plataforma do Partido Republicano diz, "Porque a ONU não tem qualquer mandato para promover a engenharia social radical, qualquer esforço global para enfrentar os problemas sociais devem respeitar as instituições fundamentais do matrimônio e da família. Nós faremos valer os direitos das famílias em todos os programas internacionais e não iremos financiar organizações envolvidas com o aborto. Apoiamos firmemente de longa data a política Partido Republicano conhecida como a “Política da Cidade do México”, que proíbe que verbas federais sejam dadas às organizações não-governamentais de outros países que fazem abortos ou promover ativamente o aborto como um método de planejamento familiar. Rejeitamos qualquer tratado ou convenção que violem esses valores. Isso inclui a convenção da ONU sobre os direitos das mulheres, assinados nos últimos meses da administração Carter, e da convenção da ONU sobre os direitos da criança".
Esta é a primeira vez que a plataforma republicana rejeitou especificamente esses tratados e é provavelmente um reflexo das decisões cada vez mais radicais dos comitês com poderes para fiscalizar o cumprimento estatal dos mesmos. A CEDAW tem sido utilizado por várias vezes por estes comitês para promover o aborto.
A plataforma democrática não quer apoiar explicitamente tratado, mas, de acordo com a Organização Nacional para Mulheres, o candidato democrata Barack Obama apóia que os Estados Unidos (E.U.) ratifiquem o tratado da Convenção CEDAW, tal como o vice-candidato presidencial Joe Biden. A plataforma suporta explicitamente as idéias contidas nesses tratados e faz ressurgir um slogan usado por Hillary Clinton na reunião de Pequim Conferência da Mulher, "Os direitos humanos são os direitos das mulheres e dos direitos das mulheres são direitos humanos". Este foi um grito de mobilizar o aborto na Conferência de Pequim, em 1995.
A plataforma afirma "Temos de fazer as Nações Unidas para os direitos humanos órgãos mais eficazes, enérgico e eficaz." Os críticos de que a cobrança dos direitos humanos em órgãos da ONU são já muito enérgico e até agressivas na promoção de uma agenda social de esquerda. Os críticos mais cobrar direitos humanos de que estes organismos minar o direito internacional por ceder poder a partir de Estados soberanos em grande parte a organismos constituídos por representantes de ONG.
A plataforma Democrática também promete começará a financiar grupos pró-aborto no exterior para derrubar a política de longa data dos EUA contra o aborto. A plataforma também promete que o presidente democrata iria retornar para o financiamento do Fundo da População das Nações Unidas (UNFPA), que o Governo dos EUA deixou de contribuir devido ao apoio desta agencia da ONU à política coerciva da China de uma criança por família (o segundo filho é condenado ao aborto).